Mostrando postagens com marcador criticas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador criticas. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

O Inferno é Necessário?

 "Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências;" 
(II Tm 4.7) 
"...perecem, porque não receberam o amor da verdade para se salvarem." 
(II Ts 2.10)




Considere uma verdade que não é popular e tem sido abandonada por muitos que têm sobre a sua tenda a bandeira de “evangélico” — a verdade a respeito do inferno. Oh! que grande diferença existe quando uma pessoa crê no inferno — com tremor e lágrimas! Existe uma seriedade permeando toda a vida, uma urgência em todos os esforços, um condimento de profunda seriedade que tempera tudo e faz com que o pecado sinta-se mais pecaminoso, e a santidade mais santa, a vida mais preciosa, os relacionamentos mais profundos e Deus muito mais importante.
Entretanto, como em toda geração, existem novos abandonos da verdade. Clark Pinnock, um teólogo canadense que insiste em se chamar evangélico, escreveu:
"A princípio fui levado a questionar a crença tradicional no tormento eterno e consciente, porque me era moralmente repugnante e por considerações teológicas mais amplas, e não por consideração de textos bíblicos. Não é lógico dizermos que um Deus de amor afligirá pessoas para sempre, por causa de pecados cometidos no contexto de uma vida finita… É tempo de os evangélicos se levantarem e afirmarem que o ensino bíblico moralmente apropriado sobre o inferno é a aniquilação, e não o tormento eterno."
Dorothy Sayers, que faleceu em 1957, expressou um antídoto necessário para este tipo de abandono da verdade:
"Parece existir um tipo de conspiração, especialmente entre os escritores de meia idade que possuem uma tendência vagamente liberal, para esquecer ou anular de onde procede a doutrina sobre o inferno. Encontramos freqüentes referências à “cruel e abominável doutrina medieval do inferno” ou “a grotesca e ingênua imagem medieval de vermes e fogo”.
O caso, porém, é exatamente o contrário. Encaremos os fatos. A doutrina do inferno não é “medieval”; é uma doutrina ensinada por Cristo. Não é um artifício do “clero medieval” para atemorizar o povo e fazê-lo dar dinheiro à igreja. O inferno é o julgamento deliberado de Cristo sobre o pecado. A imagem de vermes que não morrem e de fogo inextinguível deriva-se não da “superstição medieval”, e sim do profeta Isaías; e foi Cristo quem a usou enfaticamente… Ela nos confronta no mais antigo e menos “editado” dos evangelhos; está explícita em muitas das parábolas mais familiares e implícita em muitas outras. Esta figura tem, nos ensinos de Cristo, uma dimensão maior do que alguém possa perceber, até que comece a ler todos os evangelhos, em vez de selecionar e ler somente as passagens mais consoladoras. Ninguém pode se livrar desta doutrina, sem despedaçar o Novo Testamento. Não podemos repudiar o inferno, sem repudiarmos a Cristo.
Oh, se eu tivesse palavras para descrever a você neste momento o que é a morte eterna. A alma compareceu diante do seu Criador; o livro foi aberto; a sentença foi declarada: " apartai-vos malditos". O universo foi sacudido, e tomou as próprias galáxias obscurecidas com a desaprovação do Criador; a alma se foi as profundezas onde habitara com outras na morte eterna. Oh quão terrível e a sua posição agora. Seu leito é um leito de chamas: as visões que ela tem são horrendas horripilam-na; os sons que ouve são gritos, lamentações choros, e grunhidos; tudo que o seu corpo conhece é a imposição de dores lancinantes! Ele tem o inexprimível infortúnio da miséria não mitigada. A alma olha para baixo com medo e pavor; o remorso toma posse dela. Ela olha para sua direita. e as paredes inflexíveis da ruína a mantém dentro dos limites da tortura. Olha para sua esquerda, e ali o baluarte de fogo ardente impede a escalada de qualquer imaginado escape. Olha para dentro de si e ali procura por consolação, mas um verme torturante já penetrou nela. Ela olha em volta não tem amigos que a ajudem, nem consoladores, e sim atormentadores em abundância. Não conhece a esperança da libertação; já ouviu o eterno ferrolho do destino fechando a porta da terrível prisão, e viu Deus tomar a chave e jogá-la nas profundezas da eternidade para nunca mais ser achada. Sem esperança, desconhece escape, não conjectura libertação; suspira pelo fim, mas a morte é por demais um adversário para ali estar; deseja ardentemente que a não existência a possa tragar, mas esta morte eterna é pior do que o aniquilamento. Anseia pelo extermínio como trabalhador pelo seu dia de descanso; deseja profundamente que possa ser engolida pelo nada, assim como o escravo da galé deseja sua liberdade qual nunca chega. Está eternamente morta. Quando a eternidade tiver dado incontáveis voltas a alma perdida ainda estará morta. "Para todo o sempre" não conhecerá fim; a eternidade não pode ser soletrada a não ser na eternidade. No entanto, a alma vê assento sobre a sua cabeça; és maldita para sempre. Ela ouve gritos que serão perpétuos; as chamas que são inextinguíveis; conhece dores que não terão alivio; ouve uma sentença que não ruge como um trovão da terra que logo cessa porém, continua sempre e sempre, retinindo os ecos da eternidade - fazendo milhares de anos tremer outra vez com o terrível estrondo do seu pavoroso ruído; Apartai! Apartai! Apartai malditos! Olhai! Olhai! Olhai com solene olhar através das trevas que nos separam do mundo dos espíritos, e vede aquela casa da miséria que os homens chamam Inferno! Não podeis suportar o espetáculo. Lembre-se que naquele lugar há espíritos pagando para sempre a dívida à justiça divina; mas embora alguns deles tenham estado durante os últimos quatro mil anos abrasando-se nas chamas, eles não estão mais perto da libertação do que quando começaram; e quando dez mil vezes dez mil anos tiverem passado, continuarão sem ter feito satisfação a Deus por sua culpa, como não a tem feito até agora. E agora, podeis captar o pensamento da grandeza da mediação de vosso Salvador quando Ele pagou a vossa dívida, e a pagou de uma vez por todas; de forma que agora não há um só centavo de dívida do povo de Cristo ao seu Deus, exceto a dívida de amor.

Eu acrescentaria: existem muitas outras coisas que, abandonadas, também equivalerão ao eventual repúdio de Cristo. Não é por causa de uma lealdade ultrapassada que amamos as verdades da Escritura — nem mesmo as mais severas. É por causa do amor a Cristo — e por causa do amor para com o seu povo —povo esse que somente o Cristo da verdade pode salvar.

Citações de John Piper, livro "Penetrado Pela Palavra", e C.H.Spurgoen, "Livre-Arbítrio um Escravo" e "Redenção Particular" editado por Abraão Rodrigues.



O Preço Que Ele Pagou

Na  Manhã de Domingo, 28 de Fevereiro de 1858, o Reverendo C. H. Spurgeon pregava um sermão intitulado de "Redenção Particular". Um belíssimo sermão, mas uma parte me chamou muito a atenção foi quando ele fala dos sofrimentos de Cristo. A sua abordagem me fez pensar no famoso filme "A Paixão de Cristo", e de como a sua abordagem não perde em nada para o filme que é uma grande produção  Hollywoodiana, contemplemos:


"É impossível para nós sabermos quão grandes foram os tormentos de nosso Salvador; mas, todavia, algum vislumbre deles nos dará uma pequena idéia da grandeza do preço que Ele pagou por nós. Oh Jesus, quem descreverá Tua agonia?

“Vinde a mim, vós todos os mananciais,
Habitai na minha cabeça e olhos; vinde, nuvens e chuva!
Minha aflição necessita de todas essas águas,
Que a natureza tem produzido em vós
Absorvei um rei para suprir meus olhos,
Meus olhos cansados de chorar, por demais secos para mim,
A menos que eles consigam novos condutos, novos suprimentos,
Para que se encham novamente, e com minha situação concordar”.

Oh Jesus! Tu foste um sofredor desde teu nascimento, um homem de dores, experimentado nos sofrimentos. Teus sofrimentos caíram sobre Ti numa chuva perpétua, até a última temerosa hora de trevas. Então não numa chuva, mas numa nuvem, uma torrente, uma catarata de aflição, Tuas agonias se precipitaram sobre Ti. Vejo-O lá! É uma noite de geada e frio; mas Ele está no campo. É noite; Ele não dorme, mas está em oração. Ouvi Seus gemidos! Já houve algum homem que lutou como Ele luta? Ide e olhai em Sua face! Haveis visto alguma vez sobre um rosto mortal como o vosso, semelhante sofrimento que ali podeis contemplar? Ouça Suas próprias palavras: “A minha alma está cheia de tristeza até a morte”. Ele levanta: é
agarrado e arrastado pelos traidores. Caminhemos ao lugar onde Ele havia estava em agonia. Oh Deus! O que é isto que nós vemos? O que é isto que mancha a terra? É sangue! De onde veio? Talvez de alguma ferida que tenha se aberto de novo por Sua horrenda luta? Ah! Não. “O Seu suor tornou-se em grandes gotas de sangue, que corriam até o chão”. Oh agonias que sobrepujam as palavras, que não bastam para descrever! Oh sofrimentos que não podem ser narrados em linguagem! Quão terríveis devem ter sido, a ponto de excitar a estrutura bendita do Salvador, e forçar um suor de sangue cair de todo Seu corpo? Este é o princípio; este é o começo da tragédia. Segui-O tristemente, tu igreja aflita, para dar testemunho de consumação. Ele é conduzido apressadamente através das ruas; é arrastado primeiro para um tribunal e então para outro; é arremessado e condenado ante o Sinédrio; Ele é escarnecido por Herodes; examinado por Pilatos. Suas sentença é pronunciada – “Crucifica-o!” E agora a tragédia chega ao seu momento culminante. Suas costas são expostas; Ele é amarrado à coluna Romana do suplicio; o azorrague sangrento levanta sulcos em Suas
costas, e como por um rio de sangue Suas costas se avermelham – um manto carmesim que O proclama imperador da miséria. Ele é tomado por soldados; Seus olhos estão vedados, e então eles O esbofeteiam, e dizem: “Profetiza-nos, Cristo, quem é o que te bateu?” Eles cospem sobre Seu rosto; tecem uma coroa de espinhos, e a espremem sobre sua têmpora; O vestiram com um manto de escarlate; ajoelhavam diante dEle e O zombavam. Ele permaneceu totalmente em silêncio; não respondeu uma só palavra. “Quando O injuriavam, não injuriava”, mas entregou-se Àquele a quem veio servir. E agora eles O tomam, e com muitas zombarias e desprezos O conduzem do palácio para as ruas apressadamente. Emagrecido pelos contínuos jejuns, e deprimido com a agonia de espírito, Ele tropeça sob o peso de Sua cruz. Filhas de Jerusalém! Ele desmaia em vossas ruas. Eles O levantam; colocam Sua cruz sobre os ombros de outro, e O empurram, talvez com a ponta da lança, até que finalmente Ele chegue ao monte da maldição. Soldados rudes O agarram, e O arremessam sobre Suas costas; o madeiro transversal é posto debaixo dEle; Seus braços são
esticados para alcançar a distância necessária; os cravos são preparados; quatro martelos cravam num só momento as partes mais frágeis de Seu corpo; e ali está Ele sobre Seu lugar de execução, morrendo sobre Sua cruz. Todavia, não está terminado. A cruz é levantada pelos rudes soldados. Há um buraco preparado para ela. A cruz é solda bruscamente em seu lugar: eles enchem o lugar com terra, e ali ela permanece.
Mas vede os membros do Salvador, como tremem! Todos os seus ossos estão desconjuntados pelo golpe cruel da cruz contra o solo! Como Ele chora! Como suspira! Como geme! E ainda mais. Ouvi Seu último grito de agonia: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparastes?” Oh sol, não é de estranhar que feches teus olhos, e não contemples por mais tempo um ato tão cruel! Oh rochas, não é de estranhar que derretestes e romperam vossos corações com simpatia, quando vosso Criador morreu! Nunca alguém sofreu como este homem sofreu. Até mesmo a morte se enterneceu, e muitos do que estavam em seus túmulos levantaram e entraram na cidade. Isto, contudo, é apenas o sofrimento exterior. Creiam em mim, irmãos, o interno foi muitíssimo pior. O que nosso Salvador sofreu em Seu corpo não é nada comparado com o que Ele suportou em Sua alma. Não podeis imaginar, nem tenho palavras para ajudar-lhes, o que Ele suportou por dentro. Suponhamos por um momento – para repetir uma sentença que freqüentemente tenho usado – suponhamos um homem que tenha caído no Inferno – suponhamos que todos os seus tormentos eternos pudessem ser concentrados em uma hora; e então, suponhamos que ela possa ser multiplicada pelo número de salvos, que é um número que excede toda enumeração humana. Podeis imaginar agora qual a vasta agregação de miséria que haveria nos sofrimentos de todo o povo de Deus, se eles tivessem sido castigados por toda a eternidade? E recordai que Cristo teve que sofrer o equivalente a todos os infernos de todos os Seus redimidos. Eu não posso expressar este pensamento melhor do que com aquelas conhecidas palavras: parece como se o Inferno fosse posto em Seu copo; Ele o tomou, e, “Num tremendo gole de amor, Ele bebeu a condenação, deixando o copo seco”. Assim pois, não há nada restante de todos os sofrimentos e misérias do Inferno que o Seu povo deveria sofrer para sempre. Eu não digo que Ele sofreu nesta mesma proporção, mas que suportou um equivalente a tudo isto, e deu a Deus a satisfação por todos os pecados de todos de Seu povo, e conseqüentemente, levou um castigo equivalente a todos os castigos deles. Podeis agora sonhar, podeis imaginar a grande redenção de nosso Senhor Jesus Cristo?"

GLORIAS A JESUS CRISTO!!!

terça-feira, 28 de junho de 2011

Bíblia NTLH é Palavra de Deus?


Não sou teólogo, nem professor de Português, porém, como leitor de Bíblia,  não posso deixar de comparar o quanto as novas versões da Bíblia tem estado diferentes chegado até ser heréticas. Esta é uma pequena comparação do Salmo 16, um dos meus favoritos. Compare a versão Almeida Corrigida e Fiel ao texto original com a Nova Tradução da Linguagem de Hoje da SBB e tire suas proprias conclusões:


ACF: Guarda-me, ó Deus, porque em ti confio. 
NTLH: Guarda-me, ó Deus, pois em ti eu tenho segurança!   

ACF: A minha alma disse ao SENHOR: Tu és o meu Senhor, a minha bondade não chega à tua presença, Mas aos santos que estão na terra, e aos ilustres em quem está todo o meu prazer.  
NTLH: Eu disse a Deus, o SENHOR: “Tu és o meu Senhor; tudo o que tenho de bom vem de ti.” Como são admiráveis as pessoas que se dedicam a Deus! O meu maior prazer é estar na companhia delas.      

ACF: As dores se multiplicarão àqueles que fazem oferendas a outro deus; eu não oferecerei as suas libações de sangue, nem tomarei os seus nomes nos meus lábios.
NTLH: Aqueles que correm atrás de outros deuses trazem muito sofrimento para si mesmos. Eu não tomarei parte nas suas ofertas de sangue, nem adorarei os seus deuses. 

ACF: O SENHOR é a porção da minha herança e do meu cálice; tu sustentas a minha sorte.
NTLH: Tu, ó SENHOR Deus, és tudo o que tenho. O meu futuro está nas tuas mãos; tu diriges a minha vida.

ACF: As linhas caem-me em lugares deliciosos: sim, coube-me uma formosa herança.
NTLH: Como são boas as bênçãos que me dás! Como são maravilhosas!

ACF: Louvarei ao SENHOR que me aconselhou; até os meus rins me ensinam de noite.
NTLH: Eu louvo a Deus, o SENHOR, pois ele é o meu conselheiro, e durante a noite a minha consciência me avisa.

ACF: Tenho posto o SENHOR continuamente diante de mim; por isso que ele está à minha mão direita, nunca vacilarei.
Portanto está alegre o meu coração e se regozija a minha glória; também a minha carne repousará segura.
NTLH: Estou certo de que o SENHOR está sempre comigo; ele está ao meu lado direito, e nada pode me abalar.
Por isso o meu coração está feliz e alegre, e eu, um ser mortal, me sinto bem seguro,

ACF: Pois não deixarás a minha alma no inferno, nem permitirás que o teu Santo veja corrupção.
NTLH: porque tu, ó Deus, me proteges do poder da morte. Eu tenho te servido fielmente, e por isso não deixarás que eu desça ao mundo dos mortos.

ACF: Far-me-ás ver a vereda da vida; na tua presença há fartura de alegrias; à tua mão direita há delícias perpetuamente.
NTLH: Tu me mostras o caminho que leva à vida. A tua presença me enche de alegria e me traz felicidade para sempre.


sexta-feira, 17 de junho de 2011

John Piper desafiou as doutrinas Batistas?

Por: Abraão Rodrigues


Está rolando na rede um post, que por sinal ja alastrou por todos os blogs, principalmente aqueles de fé pentecostal e neo pentecostal, como se o pastor Batista Reformado e Calvinista, tivesse as desafiado as doutrinas históricas do cristianismo que alem de outras é usada pela Igreja Batista, este é um dos links da postagem:


Porém, é isso mesmo que está no site do pastor? Este resumo mal interpretado consiste com a verdade do que realmente o pastor pregou em seu sermão? será que ele negou e desafiou as doutrinas historicas que dentre outras a igreja Batista prega?

Vejamos:

Segundo está no site do pastor, ele prega um sermão em Atos 2.32-42, e depois da exposição do texto ele trata das seguintes questões:

"As duas perguntas que eu quero tentar responder hoje são: 1) O que significa para receber o dom do Espírito Santo?e: 2) Como é que vamos receber o dom do Espírito Santo?Nosso foco será sobre o livro de Atos e na intenção de Lucas como ele escreveu."

Por que o pastor John estava tratando deste assunto? Ele diz que estava rebatendo altores carismáticos muito famosos que lançaram um livro:


"Um dos livros mais amplamente utilizado na renovação carismática contemporânea é o Espírito Santo e Você por Dennis e Rita Bennet, um padre Episcopal e sua esposa.Em 64f pp.a questão é colocada: "E se eu não falar em línguas? Posso receber o Espírito Santo, sem falar em línguas?"Resposta:"
"Ele vem com o pacote!"Falar em línguas não é o batismo no Espírito Santo, mas é o que acontece quando e como você é batizado no Espírito e torna-se um recurso importante para ajudá-lo a continuar, como diz Paulo, para..."Continuar a ser cheio do Espírito Santo" ( Ef. 5:18 ).Você não tem que falar em línguas, a fim de ser salvo.Você não tem que falar em línguas, a fim de ter o Espírito Santo em você.Você não tem que falar em línguas para ter tempo de sentir cheio do Espírito Santo, mas se você quiser o derramamento livre e pleno, que é o batismo no Espírito Santo, você deve esperar que isso aconteça como na Escritura...Se você quiser entender o Novo Testamento que você precisa a mesma experiência que todos os seus escritores tinham.
Em p.20, eles resumem o ensino de duas fases pentecostais clássicas:
A primeira experiência da vida cristã, a salvação, é a entrada do Espírito Santo, por meio de Jesus Cristo, para nos dar vida nova, vida de Deus, a vida eterna.A segunda experiência, é a de receber , ou fazer boas-vindas do Espírito Santo, para que Jesus pode fazer com que ele a derramar esta nova vida de nossos espíritos, para batizar nossas almas e corpos e então o nosso mundo ao seu redor, com o seu poder refrescante e renovação .(Ver p. 275.)
Eles chamam isso de "o padrão bíblico da" doutrina de batismos ' . "
Então por que esta postagem que não condiz com a verdade alastrou tão rápido pela rede brasileira antes das pessoas pesquisarem o que ele quis dizer na verdade? isso é muito grave.
Vejamos mais sobre o que ele escreveu:

Línguas não é necessário ser batizado no Espírito

Há cinco razões pelas quais eu não estou tão confiante como os pentecostais ou carismáticos são que falar em línguas é uma necessária parte de ser batizado no Espírito.
  1. É que não é ensinado em qualquer lugar do Novo Testamento.Parece arriscado para me dizer, já que aconteceu desta forma quatro vezes deve acontecer desta forma o tempo todo.
  2. O que Jesus ensina em Atos 1:5 e 8 é que a experiência do batismo no Espírito trarápoder para testemunhar na vida cristã.Na terminologia de Atos podemos dizer, que um impotente necessidades cristão é um batismo no Espírito Santo.E isso é um monte de gente!
  3. Atos registra pelo menos nove outras histórias de conversão, mas nunca mais menciona uma seqüência de duas etapas em línguas (8:36; 9:17-19; 13:12, 48; 14:1; 16:14; 17:04, 34 ).Isso mostra o quão difícil é estabelecer uma norma da maneira como as coisas aconteceram naquela época.
  4. Pode ser que houve circunstâncias especiais, em Jerusalém, Samaria, casa de Cornélio, e Éfeso que fez falar em línguas especialmente útil para comunicar a verdade de que o Espírito Santo foi a criação de um novo corpo unificado de judeus e samaritanos e gentios.
  5. Paulo diz em 1 Coríntios 12:30 que "nem todos falam em línguas" e as palavras que ele usa são de línguas em geral falando, não apenas para um "dom de línguas" especiais usados ​​na igreja.Ele parece ter em vista a pessoa que se sente condenado ao ostracismo, sem línguas e diz (v. 16), "Porque não sou olho, não pertenço ao corpo".Paulo responde: "Nem todo mundo fala em línguas!"
Para estas cinco razões pelas quais eu não posso dizer com os pentecostais que nenhum cristão foi batizado no Espírito Santo, a menos que ele tenha falado em línguas.Parece-me que Lucas deixa aberta a possibilidade de que o Espírito Santo possa cair sobre uma pessoa com revolucionando poder sobre o pecado e poder para o testemunho e poder em adoração e ainda não em línguas.Dizer essa pessoa não é o beneficiário da promessa de Jesus para batizar-nos no Espírito Santo vai além das Escrituras."Você vai ser batizado com o Espírito Santo... E recebereis poder" ( Atos 1:5 , 8 ).Esse é o sinal bíblico.(Seja ou não um cristão deve buscar a falar em línguas é outra questão que estamos a trabalhar à noite. Ver 1 Coríntios 14:05 , 18 , 39 ).
E as pessoas que espalharam esta postagem, não colocaram o que o pastor escreveu de mais importante que creio eu falta em todo cristianismo brasileiro a qual todos os adoradores deveriam ter colocado nos seus blogs:

Duas coisas que caracterizam esta experiência

Poderíamos falar por horas sobre o que a experiência é.Na verdade, a maioria das minhas mensagens são apenas isso-descrições da experiência do Espírito de Deus na vida do crente.Mas eu vou mencionar duas coisas a partir do livro de Atos, coisas que marcam a experiência de ser batizado no Espírito Santo ou de receber o dom do Espírito.
1.Um Coração de Louvor 
Um deles é um coração de louvor .Em Atos 10:46 os discípulos conheciam o Espírito Santo caiu porque "os ouviam falar em línguas e exaltando (ou aumento) de Deus . "Falar em línguas é uma forma particular de liberar o coração de louvor.Ele pode estar presente ou não.Mas uma coisa é certa: o coração no qual o Espírito Santo foi derramado vai parar e começar a ampliar a auto glorificando a Deus.Louvor e adoração sincera é a marca de uma experiência real do Espírito Santo.
2.Obediência 
A outra marca que vou mencionar é a obediência .Em Atos 5:29 Pedro e os apóstolos disseram aos saduceus que os prenderam, "Devemos obedecer a Deus antes que aos homens."Em seguida, no versículo 32 diz: "Nós somos testemunhas destas coisas, e assim é o Espírito Santo, que Deus deu para aqueles que estão obedecendo a ele."("Deu" é passado;. "Obedecer" é tensa, presente em andamento) É inevitável que quando o objeto de mudanças do seu coração o culto, as suas alterações de obediência.Quando Jesus batiza com o Espírito Santo, e infunde-lhe um novo sentido da glória de Deus, você tem um desejo novo e um novo poder (1:8) para obedecer.Se vai ou não falar em línguas, essas duas coisas será a sua experiência se você foi batizado no Espírito Santo, um novo desejo de exaltar a Deus na adoração e uma disposição forte para obedecer a Deus na vida cotidiana.


Creio que o pastor John não desafiou os Batistas tradicionais, nem os outros ramos do cristianismo historico, ele apenas reafirmou aquilo que eles pregam a 2000 anos, que de 200 anos para cá está sendo destorcido por falsos profetas.

Pesquise você mesmo no site do pastor e tire suas conclusões: